

Na
fronteira do tropical com o austral sopra o vento. Ele sopra, vara o silêncio,
brinca com o destino e revira as páginas da história. É
o lugar em que o tatu é um pobre-diabo, onde m’boitatá
ilumina a madrugada e a chimarrita desfila suas sete saias num cavalo alazão.
É onde o espírito altivo, guerreiro, livre como o minuano,
se funde às tradições do velho mundo e assim se forja
essa cultura. E é dessa mistura que brota a inspiração
para essas coleções.